Em um tempo já esquecido pelos Homens, a bela ninfa Eco não soube controlar seus impulsos, e irritou a Deusa Juno (Hera) por falar demais e por tentar desviar sua atenção quando esta quase flagrou seu marido, o poderoso Júpiter (Zeus), com outra ninfa. Juno a puniu restringindo sua fala pela eternidade. O destino da então triste Eco viria a se cruzar com o do belo e jovem caçador Narciso, que era apaixonado pela própria imagem, mesmo sem nunca ter podido vê-la nitidamente. Quando a viu, refletida em um lago, nem mesmo teve consciência de que se tratava de seu próprio reflexo, e apaixonou-se por aquela imagem, a qual, porém, nunca respondia a seu amor. Eco e Narciso, lado a lado, terminaram por se incorporar à natureza, transformando-se em uma caverna e em uma flor.
Esse belo mito trata de vícios e defeitos humanos, de seus desdobramentos, e do triste destino que aguarda os fofoqueiros, os acobertadores e os vaidosos. Eco pode representar o ressoar das ideias dos outros em nossas próprias mentes, sejam elas positivas ou não, enquanto Narciso pode tratar do isolamento e da ausência de empatia para com o próximo, a mortal falha de todos os vaidosos.
P.S:o amor não se testa...se sente!!!E da mesma forma que fui testada e julgada Narciso você tambem foi testado e bem julgado só que não enxergou além do seu reflexo!!!


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